Dra. Mariana Guerra

Endocrinologia e Metabologia – RQE 5341
Clinica Médica – RQE 5298
CRM – ES: 7019

Dra. Mariana Guerra

Endocrinologia e Metabologia – RQE 5341
Clinica Médica – RQE 5298
CRM – ES: 7019

Endocrinologia e Metabologia

Dra. Mariana Guerra

Endocrinologista, titulada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Clínica Médica, titulada pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Filiada a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO).

Registros

Endocrinologia e Metabologia – RQE 5341
Clinica Médica – RQE 5298
CRM – ES: 7019

Meu currículo
Acesse meu Currículo Lattes neste link.

Atendimentos

Áreas de Atuação da Endocrinologia e Metabologia

Obesidade

Diabetes Mellitus

Doenças da Tireoide

Dislipidemia

Osteoporose

Doenças das Paratireoides

Doenças da Hipófise

Doenças da Glândula Supra-Renal

Hirsutismo e Acne em Mulheres

Terapia de Reposição Hormonal

Hipogonadismo

Perguntas e respostas frequentes

Como agendar uma consulta?

Você pode agendar sua consulta diretamente pelo nosso site, clicando no botão “Agendar uma consulta”, ou entrando em contato pelo telefone/WhatsApp informado na seção de contato.

Atualmente, não atendemos convênios, somente particular.

É importante trazer um documento com foto, exames anteriores (se houver) e a lista de medicamentos que você esteja utilizando.

Pedimos que qualquer cancelamento ou reagendamento seja feito com, pelo menos, 24 horas de antecedência, o que permite que outro paciente possa ser atendido no horário disponibilizado.

O tempo de consulta varia de acordo com a complexidade do caso.

Sim, nosso consultório possui estrutura acessível, com rampa de acesso, elevador e banheiro adaptado.
Sim, oferecemos atendimento por telemedicina, basta solicitar essa opção no momento do agendamento.
Aceitamos dinheiro e Pix.

A frequência das consultas varia conforme o diagnóstico e o tratamento. O intervalo ideal será informado após cada consulta.

Sim, fornecemos atestados médicos, receitas, laudos e outros documentos de acordo com a necessidade de cada paciente.

Sim, sempre é permitido levar acompanhante, especialmente em casos de pacientes idosos ou pessoas com necessidades especiais.

Todos os dados são tratados com sigilo absoluto, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Utilizamos sistemas seguros para armazenar e proteger suas informações.

Contato

Consultório

Rua Misael Pedreira da Silva, 70 Edifício Medical Center, Sala 1008
Santa Lúcia | Vitória ES
CEP: 29056-230

Atendimento

Segunda a sexta-feira
Presencial e on-line

Redes Sociais

Artigos e dicas para sua saúde

Postagens recentes

Entrevista para o jornal A Tribuna sobre a mudança no perfil de saúde da população brasileira.
Dados do Global Burden of Disease 2023, publicados no The Lancet Regional Health – Americas, analisando brasileiros de 1990 a 2023, mostram que o IMC elevado passou a ser o principal fator de risco associado a doenças no Brasil, ultrapassando a hipertensão arterial.
Nas últimas décadas, o IMC aumentou de forma progressiva.
Outros fatores continuam sendo importantes: Hipertensão, glicemia elevada, tabagismo, alterações do colesterol e outros fatores tem grande impacto sobre a saúde.
O estudo evidencia uma transformação no perfil epidemiológico brasileiro e a dimensão que o excesso de peso alcançou.
Obesidade não é uma questão estética, é uma doença crônica que pode estar associada a hipertensão, diabetes tipo 2, doença cardiovascular, doença renal, alterações metabólicas e outras complicações.
Precisamos mudar a forma como abordamos o excesso de peso: identificar precocemente, prevenir complicações e tratar de maneira individualizada, baseada em evidências científicas.
A reportagem foca justamente nessa mudança e reforça uma mensagem fundamental na prática clínica: cuidar da obesidade é cuidar da saúde e da prevenção de doenças.
Calcule o seu 
IMC (índice de Massa Corporal)
Classificação para adultos:
• < 18,5: baixo peso
• 18,5 - 24,9: peso adequado
• 25,0 - 29,9: sobrepeso
• 30,0 - 34,9: obesidade grau I
• 35,0 - 39,9: obesidade grau II
• ≥ 40,0: obesidade grau III
Atenção: IMC é uma ferramenta de triagem populacional e clínica, mas não deve ser utilizado isoladamente para avaliar a saúde ou o diagnóstico de obesidade. A avaliação deve considerar também composição corporal, distribuição da gordura, presença de complicações metabólicas e outras características individuais.
#Procure um endocrinologista.
Vídeo da entrevista para TV Gazeta abordando a pesquisa realizada pelo A.C.Camargo Cancer Center, sobre a percepção que a pessoa tem em relação a própria saúde.
Estar assintomático não significa necessariamente estar saudável. 
Precisamos cuidar dos hábitos de vida, do peso corporal, realizar os exames de rotina conforme definido por diretrizes, para que possamos evitar, adiar ou diagnosticar precocemente as doenças.
O futuro da nossa saúde começa com as escolhas que fazemos hoje. Não devemos esperar o corpo pedir a nossa atenção para começar a nos cuidarmos. A saúde é construída ao longo da vida.
Entrevista para TV Gazeta sobre a pesquisa realizada pelo A.C.Camargo Cancer Center com mais de 2 mil pessoas no Brasil, abordando a percepção que se tem sobre a própria saúde. 
Sentir-se bem não é o mesmo que estar livre de riscos. 
Um dos achados chama atenção é que 59% dos entrevistados consideraram sua saúde ótima ou boa. Ao mesmo tempo, segundo os dados informados na pesquisa, 63% apresentavam sobrepeso ou obesidade e 42% afirmaram não praticar atividade física.
Os dados precisam ser interpretados com cuidado, pois o peso, a altura, alimentação e atividade física foram relatos dos próprios participantes. Apesar disso, existe uma reflexão importante: a ausência de sintomas não significa ausência de fatores de risco e doenças.
Sobrepeso e obesidade não são questões relacionadas à estética. O excesso de adiposidade está associado a um maior risco de diversas doenças crônicas e também a diferentes tipos de câncer.
Cuidar da saúde vai além de procurar atendimento quando algum sintoma aparece.  Precisamos acompanhar o peso, a pressão arterial, a glicemia, o colesterol, manter a alimentação adequada, praticar atividade física e realizar os exames preventivos indicados para cada faixa etária. 
Prevenção é conhecer os próprios fatores de risco e agir antes que eles se transformem em doença.
E, como médica, acredito que essa seja uma das partes mais importantes do cuidado: olhar para a saúde antes que o paciente adoeça.
Entrevista para A tribuna sobre semaglutida para pessoas com obesidade que estão na fila da cirurgia bariátrica. 
A discussão sobre o uso de medicamentos para tratamento da obesidade em pacientes que aguardam a cirurgia bariátrica representa um avanço importante na compreensão da obesidade como uma doença crônica que precisa ser tratada também durante a espera pelo procedimento cirúrgico.
Em pacientes com IMC mais elevado, a perda de peso obtida com a semaglutida contribui para melhorar parâmetros metabólicos e compensar comorbidades associadas à obesidade, importante para a segurança e o resultado do tratamento cirúrgico.
Os pacientes com obesidade grave que permanecem por longos períodos aguardando a cirurgia, necessitam de acesso ao tratamento clínico durante esse intervalo. 
É preciso citar, que alguns pacientes podem apresentar contra-indicação a cirurgia por conta do excesso grave de peso. A terapia medicamentosa viabilizará a perda ponderal necessária para uma melhor abordagem técnica no momento da cirurgia. 
Não podemos deixar a doença sem tratamento enquanto se aguarda o procedimento: obesidade é uma doença crônica e progressiva. O cuidado precisa ser contínuo, individualizado e baseado em evidências.

#obesidadeeutratocomrespeito #8bilhoesderazoesparaagir #endocrinología
Entrevista para o jornal A Tribuna em 05 de setembro de 2026. 
A ANVISA registrou diversas novas canetas de semaglutida neste ano, promovendo uma boa mudança no cenário da medicação no Brasil.
Após o vencimento da patente e a aprovação de novos medicamentos à base de semaglutida, o mercado brasileiro passou a ter novas opções de fabricantes da droga, aumentando a concorrência e criando a possibilidade de redução de preços, o que é muito importante, para que tratamentos eficientes sejam acessíveis.
A semaglutida é uma medicação eficaz, mas o seu uso deve fazer parte de uma estratégia terapêutica individualizada, com indicação, dose, acompanhamento médico e avaliação de segurança.
Mais opções no mercado podem representar mais acesso, porém, precisa vir acompanhado de informação, qualidade, segurança e responsabilidade. Não podemos banalizar o tratamento com o avanço na disponibilidade, é preciso ter compromisso com a ciência e ética. 
O caminho deve ser sempre o mesmo: medicamento regularizado, indicação adequada, prescrição médica e acompanhamento individualizado.
Procure um endocrinologista.

#semaglutida #diabetes #obesidadeeutratocomrespeito
Momento de discussão com colegas cardiologistas e endocrinologistas sobre Tirzepatida.
O Pré-diabetes não deve ser encarado apenas como uma alteração laboratorial.
Pré-diabetes não é uma pré-doença. É uma doença chamada pré-diabetes. 
É um marcador de maior risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2 e está frequentemente associado à obesidade, especialmente ao excesso de adiposidade visceral. Logo, pré-diabetes e obesidade não devem ser vistos isoladamente. 
A adiposidade visceral, está relacionado à resistência à insulina e à progressiva deterioração da função das células beta pancreáticas. Ao longo do tempo, esse processo pode levar à elevação persistente da glicemia e ao desenvolvimento do diabetes tipo 2, mas a progressão para diabetes tipo 2 pode ser prevenida ou retardada com mudanças no estilo de vida, acompanhamento clínico e, quando indicado, tratamento específico da obesidade.
As recomendações atuais da American Diabetes Association (ADA) destacam a importância do manejo do peso em pessoas com pré-diabetes e excesso de peso ou obesidade. 
Implementar o tratamento para sobrepeso e obesidade nestes pacientes significa reduzir o risco de doenças futuras e preservar saúde metabólica.
#PréDiabetes #Obesidade #DiabetesTipo2 #Endocrinologia
Reportagem do jornal A Tribuna sobre a redução do risco cardiovascular em pacientes com diabetes usuários de Mounjaro. 
Ao tratar uma pessoa com Diabetes Mellitus, é importante termos em mente que não devemos focar apenas na melhora da glicemia, precisamos fazer mais pela saúde deste paciente. 
O arsenal terapêutico hoje disponível, como a Tirzepatida e a Semaglutida, permite que o tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade seja impactado por uma importante decisão: a escolha da medicação não se limita mais a redução da glicemia ou do peso , precisamos reconhecer seus efeitos sobre desfechos clínicos relevantes, especialmente os cardiovasculares.
No caso da tirzepatida, o estudo SURPASS-CVOT em pessoas com diabetes tipo 2 e doença cardiovascular aterosclerótica, avaliou a ocorrência de morte cardiovascular, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral. 
Em relação a semaglutida, diferentes estudos avaliaram seus desfechos cardiovasculares, como o SUSTAIN-6, para a apresentação injetável, e o estudo SOUL com semaglutida oral,  demonstrando redução significativa de eventos cardiovasculares maiores em comparação ao placebo.
Ainda temos o estudo SELECT, avaliando Semaglutida 2,4 mg em pessoas com doença cardiovascular estabelecida e sobrepeso ou obesidade, SEM diabetes, também mostrando redução no risco do desfecho cardiovascular composto de morte cardiovascular, infarto não fatal ou AVC não fatal. 
A mensagem importante é que o tratamento metabólico precisa ser avaliado para além do óbvio.
Conhecer os dados de segurança e os desfechos cardiovasculares das terapias disponíveis faz parte de uma medicina baseada em evidências e de uma decisão individualizada para cada paciente.

#Diabetes #obesidadeeutratocomrespeito #Tirzepatida #Semaglutida #MACE